Círculo de fundo bege e borda preta com um desenho de um sapo verde de olhos fechados e sorrindo levemente.

Gritaria

Uma produção inédita do Grupo Grito de Teatro Amador 

Sinopse:

Uma história sobre amizade, respeito às diferenças e novas descobertas. Entre brincadeiras e cantorias, o grupo relembra uma lenda africana sobre um sapo e uma cobra que descobrem o quanto as diferenças entre eles são legais.

Ficha técnica:

 

Roteiro

Grupo Grito de Teatro Amador

Elenco

Leonardo Araujo (Léo), Mirelly Avila (Mi), Adalto Junior Santos (Ju) e Cristiano Martins (Criso)
 

Narração

Cristiano Martins
 

Animação

Bárbara Ghirello

Edição

Bárbara Ghirello
 

Apoio de produção

Gabriel Giampietro

Um pouco mais:

Soltando a voz, fazendo mímica e manipulando objetos cotidianos, o grupo cria diversão mesmo dentro de casa! O vídeo inicia-se com a apresentação dos integrantes do grupo, que serão os anfitriões deste passeio por brincadeiras e uma contação de história. Esta apresentação inspirada na linguagem da audiodescrição, tem a intenção de ampliar a compreensão e a participação das pessoas com deficiência visual. 

 

A presença de pessoas negras com roupas que reforçam sua ancestralidade traz visibilidade para a africanidade que compõe a cultura brasileira. Ademais, a presença de um homem que gosta e se veste com roupas cor de rosa, desmistifica a questão de gênero relacionada à cor, trazendo para as crianças a possibilidade de se identificar com diferentes cores, independente do gênero com a qual se identificam. 

 

Através de uma brincadeira de pique esconde com recursos de mímica e caretas, o grupo pretende instigar a imaginação das crianças e a exploração do próprio corpo nas brincadeiras que elas possam criar a partir desta referência. 

 

A história contada traz a ressignificação de objetos como recurso principal. Um prendedor de roupas se transforma em um sapo e uma corda com nó, em uma cobra. Este recurso pretende ampliar o repertório das crianças sobre o que pode ser um objeto comum em um contexto de brincadeira, incentivando a ressignificação de objetos de seu cotidiano em personagens de uma nova história. Através desta ressignificação é possível trabalhar também o consumo consciente de brinquedos e o reaproveitamento de objetos que seriam descartados. 

 

O enredo da história, baseada em uma lenda africana, pretende trazer para o universo infantil discussões sobre preconceito e aceitação do diferente. Trazendo o questionamento de como perdemos momentos e trocas ricas com pessoas e ambientes quando não estamos abertos a olhar para além das crenças que nos são herdadas de nossos cuidadores ou de nossa sociedade. As famílias representadas ao longo da história descentralizam a figura da mãe como cuidadora principal, trazendo outras figuras para este papel, com a intenção de dar visibilidade para diferentes configurações familiares. Por fim, um dos integrantes do grupo busca a interação das crianças, através de uma música.

Grupo Grito de Teatro Amador

O Grupo Grito de Teatro Amador é formado por jovens artistas da cidade de Campinas. O grupo nasceu oficialmente em 2010, no curso livre de teatro do Estúdio Cênico, onde tomou forma até o ano de 2014. Durante este período produziu algumas montagens teatrais, tais como “Roda Viva” de Chico Buarque, “O Botequim” de Gianfrancesco Guarnieri, “Tipos Urbanos”, peça itinerante baseada nos quadrinhos de Will Eisner e “Nunca mais seremos tão jovens”, dramaturgia própria. 

A partir de 2016 o grupo começou a ensaiar no espaço do Terraço Garatuja. Em 2017, dentro do Encontro de Artistas Latinoamericanas no Terraço Garatuja, o grupo estreou a peça “La Minga”, direção de Oriana Del Mar e Pamella Villanova, com dramaturgia própria que propõe uma discussão híbrida entre o alimentar-se e o lidar com os temas políticos que reverberam no corpo. O grupo entende o fazer teatral como fazer político e se propõe a trazer para a cena discussões que acreditam importantes para o viver em sociedade.

Endereço virtual:

INSTAGRAM - @grupogritodeteatroamador

Quadrado de borda vermelha com fotos de 5 pessoas. Uma mulher branca de cabelo curto, óculos e regata preta, sorrindo. Um homem negro, careca, de bigode, sentado com a mão no rosto. Um homem negro de chapéu preto, óculos, barba rala e camisa amarelada. Um homem negro de cabelo enrolado preso, bochecas grandes sem barba e camisa clara. E uma mulher parda de cabelo encaracolado longo sobrando papeizinhos com as mãos afrente da boca e os papéis voando.